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NR-1, SST e riscos psicossociais.A MOBI Ouvidoria apoia empresas com canal seguro, protocolo e evidências para prevenção.Saiba mais
Anonimato por design · privacidade · acesso

O anonimato começa antes de o relato chegar à empresa.

A MOBI não depende apenas de “não perguntar o nome”. O fluxo foi projetado para não criar cadastro pessoal nem vincular IP, geolocalização ou fingerprint ao registro da denúncia.

Depois do envio, protocolo, anexos protegidos, perfis de acesso e histórico operacional mantêm a continuidade sem transformar o denunciante em um usuário identificado do sistema.

Anonimato de verdade

O canal não cria cadastro pessoal nem vincula IP, geolocalização ou fingerprint ao relato.

Protocolo de acompanhamento

A pessoa recebe um código para consultar status e trocar mensagens sem se identificar.

Sem perfil do denunciante

A empresa recebe relato, anexos, categoria, setor informado e histórico, não um perfil técnico ou cadastro da pessoa.

Controles que existem hoje

Privacidade não depende de uma única promessa.

O desenho do canal combina anonimato no envio, proteção dos arquivos, separação de responsabilidades e histórico verificável da tratativa.

Anonimato por design

O fluxo público não cria cadastro pessoal e a aplicação não grava IP, geolocalização ou fingerprint junto à denúncia.

Anexos vinculados ao caso

Arquivos ficam associados ao relato e às mensagens, com acesso pelos fluxos autorizados da plataforma.

Limpeza de EXIF/GPS em imagens

Quando o navegador permite, imagens passam por limpeza de metadados antes do upload para reduzir exposição involuntária.

Acesso conforme responsabilidade

Administração, tratativa e visão gerencial são separadas para reduzir exposição desnecessária de conteúdo sensível.

Trilha de auditoria

Ações relevantes, alterações e acessos operacionais podem ser registrados para conferência e responsabilização interna.

Separação entre empresas

Os ambientes são isolados por regras de autorização para evitar mistura de informações entre organizações diferentes.

Menor privilégio

Nem todo usuário precisa ler uma denúncia.

A separação de papéis reduz exposição desnecessária. Quem administra configurações, quem trata casos e quem acompanha indicadores possuem necessidades diferentes.

Gestor agregado: o dashboard gerencial trabalha com indicadores consolidados e não recebe protocolos, descrições ou linhas individuais.

Administrador da empresa

Configura usuários, canal, materiais, pesquisas, parâmetros de privacidade e demais recursos administrativos do próprio ambiente.

Ouvidor ou responsável pela tratativa

Acessa os casos autorizados para classificar, responder, consultar anexos, registrar providências e acompanhar prazos.

Gestor

Consulta indicadores consolidados. Protocolos, descrições e linhas individuais não são enviados a esse perfil.

Anexos permanecem ligados ao caso e ao acesso autorizado.

Documentos e imagens fazem parte do histórico do relato. O objetivo é evitar arquivos soltos em e-mails ou links públicos e manter o contexto junto da tratativa.

Imagens enviadas passam por limpeza de metadados EXIF/GPS antes do upload sempre que o navegador permite esse processamento.

Continuidade sem cadastro pessoal

O protocolo mantém a conversa aberta sem criar uma conta para o denunciante.

O denunciante acompanha o andamento por protocolo, sem criar conta e sem informar contato pessoal.

O código funciona como chave de acompanhamento. Por isso não existe recuperação tradicional por nome, e-mail ou telefone. Se ele for perdido, a pessoa abre um novo relato e a equipe pode relacionar os casos quando houver contexto suficiente.

Entender o fluxo anônimo

Governança da empresa

A plataforma oferece parâmetros; a política continua sendo da organização.

Configurações ajudam a documentar responsabilidades e referências operacionais, mas não substituem decisões jurídicas, políticas internas ou rotinas profissionais da empresa.

Contato do encarregado / DPO

A empresa pode registrar nome, e-mail e telefone de referência para sua própria governança de privacidade.

Parâmetro de retenção

A organização define uma referência de retenção a partir de 30 dias. O parâmetro não deve ser comunicado como garantia universal de purga automática.

Protocolo sem recuperação por identidade

O denunciante acompanha o relato pelo código. Se perder o protocolo, abre um novo relato em vez de recuperar o código por dados pessoais.

Limites que aumentam confiança

Anonimato forte não significa ignorar o que a própria pessoa envia.

O fluxo é anônimo por design

A aplicação não coleta nem vincula rastreadores ao registro da denúncia. A pessoa ainda pode se identificar voluntariamente pelo que escreve, mostra ou anexa.

LGPD não é certificação automática

A MOBI apoia controles e boas práticas; a organização continua responsável por bases legais, políticas, governança e demais obrigações.

Auditoria é evidência operacional

Históricos e registros ajudam a demonstrar o processo, mas não devem ser vendidos como prova jurídica incontestável.

Retenção é parâmetro de governança

A configuração orienta a política interna e não deve ser apresentada como garantia universal de exclusão automática em uma data específica.

Perguntas frequentes

O que avaliar antes de confiar um relato ao canal.

A denúncia é realmente anônima?

A MOBI não pede nome, e-mail, telefone ou login e não vincula IP, geolocalização ou fingerprint ao relato. A empresa recebe a denúncia e a tratativa, não um perfil técnico de quem denunciou. Não é apenas um formulário sem campo de nome. O sistema foi construído para não vincular a denúncia à identidade de quem enviou. O denunciante acompanha o andamento por protocolo, sem criar conta e sem informar contato pessoal. A única ressalva prática é a própria pessoa incluir voluntariamente no texto ou nos arquivos alguma informação que revele quem ela é.

A MOBI rastreia quem enviou a denúncia?

Não. A aplicação não grava nem vincula IP, geolocalização ou fingerprint ao registro da denúncia. Como em qualquer serviço online, a conexão atravessa infraestrutura de rede e hospedagem. Esses dados de transporte não integram o registro da denúncia nem são disponibilizados à empresa contratante como identificação do denunciante.

O que acontece se o protocolo for perdido?

O protocolo não é recuperado por nome, e-mail, telefone ou outro dado pessoal. A pessoa pode abrir um novo relato, informar que perdeu o protocolo anterior e receber uma nova chave. A equipe autorizada pode relacionar os casos de forma auditável, reversível e sem apagar os históricos originais.

Usar a MOBI garante conformidade completa com a LGPD?

Não. A plataforma oferece controles para apoiar minimização, acesso por perfil, histórico, anexos protegidos, DPO configurável e outras boas práticas de privacidade. Bases legais, políticas internas, retenção efetiva, atendimento a titulares e demais obrigações continuam sob responsabilidade da organização.

Como os anexos são protegidos?

Os anexos ficam vinculados ao relato e o acesso ocorre pelos fluxos autorizados da plataforma. Downloads de conteúdo sensível usam acesso protegido; arquivos não devem ser publicados como links abertos.

A plataforma remove localização de imagens?

Imagens passam por limpeza de metadados EXIF/GPS antes do upload sempre que o navegador permite esse processamento. Isso reduz exposição involuntária. O próprio conteúdo visual ou outros tipos de arquivo ainda podem revelar quem enviou se a pessoa incluir informações identificáveis.

O perfil Gestor consegue ler as denúncias?

Não. O papel Gestor recebe indicadores consolidados e visão agregada. Protocolos, descrições e linhas individuais não são enviados a esse perfil.

Configurar retenção significa que os dados serão apagados automaticamente naquela data?

Não é essa a promessa comercial. A empresa pode configurar um parâmetro de retenção, com mínimo de 30 dias, para orientar sua governança. A execução de descarte deve ser validada conforme a rotina aplicável e a política da organização.

Teste o fluxo antes de apresentar o canal à equipe.

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